01 . Janeiro

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Daniela Mercury comanda mais uma edição do seu tradicional Pôr do Som

A cantora comanda, no 1º de janeiro, mais uma edição do seu tradicional Pôr do Som. Marcado para começar às 18h, o show terá, em 2017, um gostinho ainda mais especial. É que será a primeira edição do projeto depois de a área onde acontece o Réveillon, na Praça Cayru, ter sido batizada de Arena Daniela Mercury. “Fiquei emocionada com a homenagem”, comemora. Entre as surpresas preparadas pela baiana para o espetáculo está a participação do Neojiba e do maestro Ricardo Castro. “Vamos tocar samba-reggae, samba afro, músicas como Faraó e  Swing da Cor”, adianta.

A área onde acontece o Réveillon recebeu o nome de Arena Daniela Mercury...

Fiquei emocionada com a homenagem. E a melhor forma de agradecer é com música. Só consigo agradecer com música, ela dá a dimensão do que eu sinto. Minha forma de expressar o reconhecimento é essa. As pessoas que vão para o show, se emocionam, é uma coisa mágica, traz esperança para o novo ano.

 

Como será o Pôr do Som? O que você está preparando?

Vou fazer um histórico da carreira. 2016 foi um ano de comemorações, tivemos os 30 anos do axé, queria algo grandioso. Por isso chamei o Neojiba e o maestro Ricardo Castro. Já tocamos juntos no Carnaval, mas será a primeira vez no palco comigo. Eu comecei com Ricardo, lembro que foi ele quem me acompanhou na minha estreia em um barzinho. Na época, eu tinha 15 anos e ele, 16. Foi meu primeiro convite na vida e, como não tinha músicos comigo, chamei ele. É um grande amigo, temos essa relação de anos. Vamos celebrar as artes. É um momento de questionamento, em que os artistas estão lutando pelos seus ideais. Vou fazer uma retrospectiva em ordem cronológica e, no meio, começo as novas. Terei muitas músicas do disco novo, Vinil Virtual, como A Rainha do Axé (Rainha Má), Alegria e Lamento, Maria Casaria... É um show único, que só existe nessa data, original. Não repito em lugar algum, só faço em Salvador.

 

Como será a participação do Neojiba e Ricardo Castro?

O Neojiba tem esse suingue da terra. Vamos tocar samba-reggae, samba afro, com músicas como Faraó, Swing da Cor... Vai ser uma apresentação mais percussiva. Às vezes, só porque é um grupo erudita, nos adaptamos. Mas, dessa vez, o Neojiba vai entrar no axé. Só não será a orquestra completa, vai ser uma parte dela. Ainda teremos uma surpresa na abertura do show...

 

Além deles, você vai receber mais algum convidado?

Vou concentrar neles. Pode haver alguma surpresa, algum convite, mas ainda não pensei, não está amarrado. O que posso falar é que será um show bonito, com um telão gigantesco atrás, vibrante...

 

Fonte: Correio 24 Horas/ Foto: Célia Santos

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